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quarta-feira, 31 de maio de 2017

“Torna-te quem tu és”


“E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música.”
– Friedrich Nietzsche.
Galeano, com a sua incrível arte de “galeanear”, diz que mais do que feitos de átomos, nós somos feitos de histórias. Não à toa, Drummond em um dos seus versos disse que “Ninguém é igual a ninguém. Todo ser humano é um estranho ímpar”.
Sendo assim, não existem pessoas iguais, tampouco há como colocar todos em uma mesma forma e tentar estabelecer uma padronização de comportamento, gostos, sonhos e histórias.
Todavia, tenho a impressão de que há uma tentativa muito forte e eficiente de estabelecer uma certa “ordem” entre as histórias perambulantes que formam o ser presente no homem.

Não é raro ver pessoas tristes, desestimuladas, desanimadas, cansadas da vida; o que se reverbera nos índices cada vez mais altos de pessoas com depressão, ansiedade, síndrome do pânico e tantos outros transtornos psicológicos.
Essa conjuntura é um contrassenso ao alto grau de desenvolvimento tecnológico que a sociedade alcançou, afinal, o jargão diz que somos melhores que ontem, pois somos a geração do progresso, do mundo na palma da mão. E diante desse paradoxo fica a questão: será que precisamos disso tudo para sermos felizes? Ou melhor, essa estrutura em que o mundo se organiza permite que as pessoas sejam quem elas são?
Apesar de ser fundada sobre a liberdade, a sociedade contemporânea, em verdade, criou algo muito mais próximo de um mito do que da realidade. A liberdade que é colocada para que possamos usufruir é uma “liberdade” extremamente limitadora e direcional. Devemos seguir padrões rígidos de comportamento e se por ventura tentamos nos desviar, somos punidos e cobrados a retornar. Se livrar dessas amarras, então, é algo que cobra um alto preço psicológico, pois uma vez sendo seres sociais, é extremamente difícil nadar no sentido contrário ao que aponta a correnteza.
Dessa maneira, como é possível que os indivíduos possam ser de fato felizes se não são sujeitos? Isto é, não possuem autonomia sobre as suas próprias vidas. Não há possibilidade de vida feliz sem liberdade, ainda que esta diante da nossa precariedade não possa ser atingida em sua totalidade, o que também não significa que não possamos e devamos ter autonomia sobre as nossas próprias vidas, cabendo a cada indivíduo, assim, seguir o caminho que melhor apraz o seu espírito e traz vigor a sua alma.
Em outras palavras, é preciso que o indivíduo tenha autonomia suficiente para buscar a si mesmo, conhecendo as suas interioridades a fim de encontrar ou construir no mundo exterior pontes que se liguem a sua humanidade. Dessa forma, é insignificante termos diminuído as distâncias geográficas, se aumentamos a distância de nós mesmos, pois a viagem mais importante que ainda temos que fazer é o mergulho nas profundezas do nosso ser.
Assim sendo, não adianta estar de acordo com as normas, com os padrões ou caminhar pelas estradas mais “perfeitas” se ao longo dessa estrada enxergamos tão somente a sombra da nossa existência. Precisamos compreender que se somos feitos de histórias, então, cada um é uma história diferente, em que algumas se dão em poesia, outras se dão em prosa, mas cada um tem a necessidade de contar a sua própria história e, consequentemente, viver enxergando o que somos no que fazemos e o que fazemos no que somos, pois, lembrando mais uma vez Galeano, somos todos foguinhos, com vontade de por meio do nosso fogo iluminar noites escuras, aquecer corpos gelados e incendiar almas dormentes.
Erick Morais
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segunda-feira, 29 de maio de 2017

Fantástico novo experimento confirma que a realidade não existe se não estivermos olhando

Conforme uma famosa teoria da física quântica, o comportamento de uma partícula altera-se dependendo se há ou naão um observador. Basicamente, ela sugere que a realidade é um tipo de ilusão que só existe quando estamos olhando. Inúmeros experimentos quânticos foram realizados no passado e mostraram que de fato é bem isso que acontece.

Recentemente, físicos da Universidade Nacional da Austrália descobriram mais provas da natureza ilusória da realidade. Eles recriaram o Experimento da Escolha Retardada de John Wheeler e confirmaram que a realidade não existe até que seja mensurada, pelo menos em uma escala atômica.
Descobertas intrigantes
Algumas partículas, como os fótons e ou elétrons, podem se comportar tanto como partículas quanto como ondas. Aqui cabe o questionamento sobre o que exatamente leva um fóton ou um elétron a agir como uma partícula ou como uma onda. É isso que o experimento de Wheeler pergunta: em que momento que o objeto “decide”?
Os resultados do experimento dos cientistas australianos, que foram publicados na Revista Nature Physics, mostraram que a escolha é determinada pela maneira que o objeto é mensurado, o que está de acordo com o que prevê a teoria quântica.
“Isso prova que a mensuração é tudo. No nível quântico, a realidade não existe se você não está olhando”, afirmou o pesquisador-chefe Dr. Andrew Truscott, em nota à imprensa.
O experimento
A versão original do experimento que John Wheeler propôs em 1978 envolvia feixes de luz sendo refletidos por espelhos. Contudo, era difícil implementá-lo e conseguir quaisquer resultados conclusivos devido ao nível do progresso tecnológico da época. Hoje, tornou-se possível recriar o experimento com sucesso usando átomos de hélio lançados por raios laser.
A equipe do Dr. Truscott forçou cem átomos de hélio a entrarem em um estado da matéria chamado condensado de Bose-Einstein. Depois disso, eles ejetaram todos os átomos até que restasse apenas um.
Em seguida, os pesquisadores usaram um par de raios laser para lançar os átomos através de duas fendas estreitas para criar um padrão de grades verticais do outro lado, assim como a luz projetada por entre duas fendas verticais estreitas emite feixes de luz em formato de barras. Logo, o átomo ou iria agir como partícula e passar por uma das fendas, ou agir como onda e passar por entre as duas fendas.
Graças a um gerador de números aleatórios, uma segunda placa com fendas era então adicionada aleatoriamente para recombinar os percursos dos átomos. Isso era feito somente depois do átomo já ter passado pela primeira fenda.
Como resultado, acrescentar a segunda placa causou interferência na mensuração, mostrando que o átomo tinha viajado por dois caminhos, logo, comportando-se como uma onda. Ao mesmo tempo, quando a segunda placa com fendas não era acrescentada, não havia interferência e o átomo parecia ter viajado por apenas um caminho.
Os resultados e a interpretação deles
Como a segunda placa com fendas foi adicionada somente depois de o átomo ter passado pela primeira placa, seria razoável supor que o átomo não tinha “decidido” ainda se ele era uma partícula ou uma onda antes da segunda mensuração.
De acordo com o Dr. Truscott, pode haver duas interpretações possíveis para esses resultados. Ou o átomo “decidiu” como se comportar com base na mensuração ou a mensuração posterior afetou o passado do fóton.
“Os átomos não viajaram de A até B. Foi só quando houve uma mensuração ao final do percurso que o comportamento de onda ou o comportamento de partícula foi trazido à existência”, disse ele.
Portanto, esse experimento corrobora a validade da teoria quântica e fornece novas evidências para a ideia de que a realidade não existe sem um observador. Talvez mais pesquisas no campo da física quântica e mais evidências como essa possam um dia mudar completamente nosso entendimento da realidade.
“Se você não está profundamente chocado com a mecânica quântica, você ainda não a entendeu”. ~ Niels Bohr


Por Anna LeMind
Fonte

terça-feira, 23 de maio de 2017

Comportamentos de uma pessoa tóxica ::ASM::

 
Relacionamentos tóxicos nem sempre possuem lados bem definidos e os papéis de vilão e vítima podem se confundir diante do turbilhão de emoções. Mas existem alguns comportamentos típicos que ajudam a identificar uma pessoa tóxica. Conheça os principais:

Como identificar uma pessoa tóxica

1. Uma característica sutil e sofisticada de uma pessoa tóxica é a capacidade de sempre se fazer de vítima das situações e confundir o outro adotando atitudes manipuladoras e às vezes até mesmo sádicas.
MARTIN DIMITROV/ISTOCK
2. Ciúme excessivo e cobranças exageradas também são comuns em relacionamentos tóxicos, sejam entre namorados, amigos ou familiares.
3. A dificuldade em admitir que errou ou incapacidade de assumir as próprias falhas é comum entre pessoas imaturas, competitivas e tóxicas.
4. Uma pessoa tóxica ainda pode apresentar sempre desprezo ou falta de interesse sobre a vida e as conquistas de amigos, parceiros ou parentes. O mais comum é que a inveja seja a principal causadora do comportamento.
KATARZYNABIALASIEWICZ/ISTOCK
5. Pessoas tóxicas tampouco conseguem assumir responsabilidades e preferem empurrar aos outros tarefas e decisões importantes. Com a atitude, tentam sempre se livrar de culpas e falhas que podem ocorrer ao longo do caminho.
6. Em um relacionamento amoroso, quando um dos parceiros é constantemente subjugado e tem suas ideias e opiniões abafadas pelo outro, sinal claro de que há uma relação tóxica ente o casal.
7.Se entre familiares, amigos, colegas de trabalho ou mesmo na relação amorosa uma pessoa insiste em instaurar um clima de competição que gera desconforto e humilhação, ela provavelmente já adota há algum tempo outras atitudes tóxicas que abalam os relacionamentos.

sexta-feira, 12 de maio de 2017

EDUCAÇÃO PROIBIDA!

Vídeo de Introdução ao Tema:


 
A Educação Proibida é um documentário que foi produzido no ano de 2012, questiona a escolarização moderna e propõem um novo modelo educativo. O atual sistema “PRUSSIANO” originado do padrão militar de educação da Prússia, no século 18, tem como objetivo gerar uma massa de pessoas obedientes e competitivas, com disposição para guerrear. As escolas são colocadas no mesmo patamar das fábricas e dos presídios, com seus portões, grades e muros; com horários estipulados de entrada e de saída, fardamento obrigatório, intervalos e sirenes indicando o início e o fim das aulas. Ou seja, o sistema educacional vigente acaba refletindo verdadeiras estruturas políticas ditatoriais que produzem cidadãos “adestrados” para servir ao sistema; nesses termos, qualquer metodologia educacional que busque algo diferente será “proibida”. Infelizmente, esse foi o modelo que se espalhou pela Europa e depois pelas Américas. Sua principal falha está em um projeto que não leva em consideração a natureza da aprendizagem, a liberdade de escolha ou a importância do amor e relações humanas no desenvolvimento individual e coletivo.
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E aqui estamos agora, com este problema enorme nas mãos… Assim, fracassados somos todos os que compactuamos direta ou indiretamente com esta verdadeira máquina de subjugar crianças e adolescentes inocentes.

Este documentário é o resultado de mais de 90 entrevistas realizadas em 8 países através de 45 experiências educativas não convencionais e um total de 704 co-produtores. Um projeto completamente independente de uma magnitude sem precedentes, o que explica a necessidade latente para o crescimento e o surgimento de novas formas de educação.

Colabore você também, divulgando e compartilhando o vídeo em redes sociais, promovendo um debate no seu meio social.

Legendado
Dublado
 
Todo mundo fala de paz, mas ninguém educa para a paz. As pessoas educam apenas para a competição e a competição leva à guerra.

— Pablo Lipnizky
A única revolução realmente digna de tal nome seria a revolução da paz, aquela que transformaria o homem treinado para a guerra em homem educado para a paz porque pela paz haveria sido educado. Essa, sim, seria a grande revolução mental, e portanto cultural, da Humanidade. Esse seria, finalmente, o tão falado homem novo.
 José Saramago
Nunca duvide que um pequeno grupo de cidadãos, prestativos e responsáveis possa mudar o mundo. Na verdade, é assim que tem acontecido sempre.
 Margaret Mead
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“Todos nós somos gênios, mas se você julgar um peixe por sua capacidade de escalar uma árvore,
ele passará a vida acreditando que é idiota”
— Albert Einstein


***Mudando os Paradigmas da Educação

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Animação criada a partir da fala de Sir Ken Robinson, um especialista em educação e criatividade de renome mundial e ganhador do Prêmio Benjamin Franklin da RSA.

RSA é uma organização britânica voltada ao desenvolvimento e pesquisa de novas maneiras de pensar novos modelos sociais com o objetivo de encorajar uma sociedade mais inventiva, engenhosa e realizada.

Sir Ken Robinson discute os modelos de educação atuais, que “anestesiam” a mente das crianças através de práticas ultrapassadas de ensino, tornando-os adultos passivos e com pouca esperança de mudar a sua realidade.

Legendado

Dublado

 
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quinta-feira, 11 de maio de 2017

Muito do que você atrai é consequência do que você transmite

A chegada de notícias ruins ou de pessoas potencialmente tóxicas não pode ser evitada. Contudo, se você aceita que isso não pode ser modificado, poderá perceber que a maioria das circunstâncias que você precisa enfrentar no dia a dia depende da atitude que você transmite ao vivê-las. Portanto, lembre-se de que muito do que você atrai é consequência do que você transmite.
 
Isto é, a predisposição que você tem para enfrentar o seu entorno no momento em que acorda é quase que a parte mais importante para condicionar o que lhe acontece ao longo do dia. Não só isso, no caso de você acordar com uma atitude positiva, você verá como as boas notícias chegam, e as horas que passam são muito menos duras.

Aquilo que você recebe está no que sua mente transmite

Absolutamente tudo o que você sente e pensa ultrapassa a sua pele e, de uma forma ou de outra, se expande para fora: o que existe na sua mente automaticamente sai para o exterior, voluntária ou involuntariamente. Esta é uma lei que pode jogar a favor ou contra, dependendo de quais sejam as emoções, sentimentos e pensamentos que tivermos.
 
Neste sentido, quando você está desmotivado o seu corpo percebe e reage: isso aparece no comportamento, no mal-estar físico, na energia, etc. Se, pelo contrário, na sua mente existem pensamentos positivos, o seu corpo também se expressará em seu bem-estar geral.
“O que precisamos de verdade é uma mudança radical em nossas atitudes diante da vida. Precisamos aprender por nós mesmos e depois ensinar aos desesperados que na verdade não importa se não esperamos nada da vida, mas a vida espera alguma coisa de nós.” -Viktor Frankl
Passamos pelo filtro da nossa própria atitude mental tudo aquilo que chega até nós: a magnitude de um acontecimento está ligada ao poder que lhe outorgamos sobre nós mesmos mediante a interpretação que fazemos do mesmo.

Se você leva o sol dentro de si, saberá secar a chuva

Se você pratica o otimismo e consegue encarar o que lhe acontece de forma mais leve, é provável que atraia vibrações positivas. De certa forma, se pensar direito você perceberá que gasta muita energia se queixando de acontecimentos insignificantes. A mesma coisa acontece com essas pequenas coisas passageiras sobre as quais pensamos ter azar e reclamamos durante horas.
Se você leva o sol dentro de si, saberá secar a água da chuva. Se você se propõe a ter uma atitude positiva, saberá afastar aquilo que é tóxico. Se você transmite calor, simpatia, bondade, amabilidade, entre outras muitas coisas, colherá o mesmo ao seu redor, e no caso de não ser assim, verá o caminho a seguir para que isso não o afete.
 
“Quando nos sentimos positivos em nossas atitudes, esperando e imaginando o prazer, a satisfação e a felicidade, tendemos a atrair e a criar pessoas, situações e acontecimentos que se adequam a essa expectativa.” -Shakti Gawain
Dado que não podemos controlar tudo que nos acontece, a chave é agir com inteligência na hora de interpretar o ocorrido e não dar muita importância ao que não tem. Brilhar para que brilhem com você, saber que o sorriso protege da tristeza, procurar a forma de se livrar das pedras e não de construir uma muralha com elas.

Permita-se o que você merece

Como é possível conseguir isso? Pois bem, se permitindo o que você merece. Não seja dessas pessoas que estão designadas ao exercício do masoquismo de rejeitar o que a sorte lhes concede. Fazem isto pensando que talvez dessa forma a desgraça também não as toque. Esta é uma lei ilusória que está associada a um conceito de justiça igualmente ilusório. O fato é que por mais que você dê as costas à sorte, a infelicidade irá olhar você do mesmo jeito.
Por mais que você rejeite os prêmios, as desgraças não irão se afastar de você. Então, por que não celebrar o primeiro se você está condenado a enfrentar o segundo?
Reflita para procurar e reconhecer o que você precisa na sua vida. Decifrar isto irá ajudá-lo a aprender que o primeiro passo é uma boa atitude: não se negue o que você merece, não se limite, não se assuste. Esta é a melhor forma de cuidar de si mesmo e de canalizar a seu favor o que você recebe.
“O seu jeito de ver a vida é a melhor forma de cuidar de si mesmo. A sua perspectiva é o que irá afundá-lo ou erguê-lo. E a atitude é uma coisa que podemos escolher.” -Spencer Johnson

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